Muita gente me escreve dizendo que pensou em começar terapia por meses, às vezes anos, antes de mandar a primeira mensagem. E quase sempre, por trás da demora, existe a mesma dúvida: o que vai acontecer quando eu chegar lá?
Você não precisa chegar preparado
Não existe roteiro, formulário ou resposta certa. Você não precisa saber explicar o que sente nem ter um motivo grave. Pode começar pelo que estiver mais perto: um cansaço, uma briga, uma tristeza que não passa, uma curiosidade sobre si mesmo.
A primeira sessão é para a gente se conhecer
Nesse primeiro encontro, você fala do que está vivendo, do seu jeito. Eu escuto, faço algumas perguntas e explico como trabalho. Também é um momento para você sentir se ficou à vontade, porque a confiança faz parte do tratamento.
No final, combinamos juntos a frequência e o horário. Normalmente as sessões são semanais, com cerca de 50 minutos, por vídeo, na Kz, uma plataforma dedicada ao atendimento terapêutico, com ferramentas que auxiliam no tratamento e garantem a segurança e a privacidade da conversa.
E se eu ficar em silêncio?
Acontece, e está tudo bem. O silêncio também diz alguma coisa. Na psicanálise, a gente não tem pressa de preencher o espaço. Aos poucos as palavras chegam, e muitas vezes chegam justamente as que estavam guardadas há mais tempo.
O primeiro passo não precisa ser bonito. Só precisa ser dado.
O que eu disser fica entre nós?
Sim. O sigilo é a base de todo o trabalho. O que você fala na sessão fica na sessão.
Se você está pensando em começar, me manda uma mensagem. A gente conversa sobre as suas dúvidas antes de marcar qualquer coisa.


